Casa da Sogra - Aqui vale falar de tudo!


ATIRE A PRIMEIRA FLOR...

 

ATIRE A PRIMEIRA FLOR...

Quando alguém te sorrir, quando o amor te pegar, quando a dor cessar. Se o sol te aquecer, se o filho chorar, se o acaso surpreender.

 

A quem o magoou, a quem o perdoou, a quem lhe ofertou calor.

Ao ombro que o acolheu e também ao que se negou.

 

À prisão do amor, à noite enluarada, à cama macia.

À reconciliação, à volúpia do desejo, à entrega mútua.

 

Para a rotina intrometida, para a surpresa recebida.

Ao serviço que presta, ao pobre que ajuda.

 

À chuva prateada, à terra pisada.

Ao alimento que fortalece, à água que sacia a sede.

 

Aos dias que vives...

.........................................................................

 

Uma chuva de flores para IRIS STEFANELLI pelo exemplo que deu de integridade, firmeza e fidelidade aos seus princípios! 



Escrito por Hilda às 01h08
[ ] [ envie esta mensagem ]


SIMPLESMENTE IRIS

Criada numa família da roça, simples e católica que a ensinou que o mal não existe nas pessoas e assim moldou-se sua personalidade e ela foi parar no Big Brother do Brasil, o Reality Show onde o vencedor recebe o prêmio de um milhão e que se diz ser um jogo de convivência. Ganha aquele que for o Grande Irmão dentro da casa onde ficam confinados os participantes do programa.

 

E acreditando nos princípios recebidos, Íris ou Irislene ou simplesmente Siri, como é chamada, chocou a todos na casa que não acreditaram que uma mulher nos dias atuais use biquíni, seja vaidosa e ao mesmo tempo, sem maldade, fiel aos seus princípios e o pior para todos, ser sincera até demais. É verdade que como todos humanos, Iris tem defeitos e limitações.  Mas a julgaram ter o único que não tem: falsidade.

 

Balizando sua participação no jogo pela definição dada a ele, Big Brother, desde o primeiro dia no programa defendeu quem foi injustiçado, criticou quem fez pacto de sangue por dinheiro, assumiu tarefas da casa, brincou com todos até em demasia, ouviu críticas disfarçadas em conselhos de todos, e respondia: “vou mudar, pode deixar”. E com sua personalidade, aconteceu e apareceu no jogo e despertou em muitos o mal que existia dentro deles e que ela não acreditava serem possuidores.

 

Na votação da segunda semana foi indicada pelos participantes para ser votada pelo público se devia ou não continuar no programa. Foi um choque para ela, chorou e suas lágrimas, mais do que pelo medo de ser eliminada, foram pela decepção. Soube que a consideravam falsa, mas o público não, esse a engrandeceu com uma votação significativa. Em sua ingenuidade caipira, imaginou que agora seus companheiros entenderiam que não é falsa e foi conversar e se explicar com aqueles que a indicaram. Fingiram entendê-la, mas pelas suas costas só recebeu mais críticas, taxaram-na de enfadonha, chorona,  convencida. Ela manteve-se fiel aos seus princípios, apesar de alguns participantes terem lhe apresentado à ruindade que habita em muitos dos seres humanos e que ela desconhecia.  

 

Continuaram fazendo dela o principal alvo no dia da indicação para a votação - o paredão, como dizem -, foi indicada para mais dois e participou de mais um onde também foi premiada com votação expressiva pelo povo que acompanha o programa.

 

Hoje, a maioria dos participantes tramam uma jogada infalível para levá-la ao próximo “paredão” junto com o único participante que lhe dá força dentro da casa.

 

Se Íris for eliminada do programa na próxima terça-feira, além de perder o prêmio será que perderá também a crença de que o mal não existe? Talvez precise dessa percepção para se defender das ciladas maldosas e invejosas pela vida, iguais a que sofre no programa. Aprenderá, infelizmente, a ter cautela com gente ruim, a fechar o flanco e lutar pela sua preservação que é um sintoma de auto-amor?  Será esse o prêmio que Irislene Stefaneli ganhará do Big Brother Brasil?  



Escrito por Hilda às 00h54
[ ] [ envie esta mensagem ]


CONTANDO CONTO

E o Carnaval se foi...

 

 

E levou os enredos, as baterias, as portas-bandeira, os sambas enredos, as fantasias, as alegorias, os feriados, os descompromissos, a esperança de alegrias e talvez os sonhos não realizados. Como o da Maria que embalou caprichosamente seu sonho de carnaval e o guardou para o próximo.

 

Foi há quinze anos que Maria começou a sonhar com a chegada do carnaval. Naquele ano havia resolvido consultar uma cartomante que muitos afirmavam ser profética. Foi sem muitas esperanças, mas com curiosidade que a excitava.

 

Logo esqueceu de tudo que a cartomante previu para a vida dela, a única afirmação que memorizou foi a que colocava o carnaval como o causador da profecia. As cartas que a mulher manuseava rapidamente, distribuindo numa ordem certa sobre a mesa enquanto examinava a disposição que acontecia entre elas, fez com que a cartomante visualizasse um encontro de Maria com um homem lindo, romântico e sincero que seria o amor de sua vida, num dia de carnaval.

 

Nem ela sabe explicar o porquê, mas a verdade é que acreditou nesse encontro. Vários carnavais se passaram e em cada um, Maria procurou encontrar seu amor prometido pelas cartas. Passaram-se alguns anos, Maria casou, teve dois filhos, uma vida tranqüila e feliz, mas sem um grande amor.

 

E até hoje procura seu amor nos dias de carnaval...

 



Escrito por Hilda às 01h28
[ ] [ envie esta mensagem ]


É CARNAVAL!

 

É CARNAVAL!

Roda baiana, roda... gira a saia que no seu girar leva tristezas e traz alegrias.

 

Roda baiana, roda... segura o tabuleiro na cabeça e nele coloca tua esperança.

 

Roda baiana, roda... e no ritmo e no conjunto encontra tua harmonia.

 

Roda baiana, roda... do jeito que a vida te ensinou.

 

Roda baiana, roda... esquece dores, sente o batuque do coração.

 

Roda baiana, roda... faz do amor sua música vibrante.

 

Roda baiana, roda... faz da vida a tua fantasia

 

Roda baiana, roda... É Carnaval!

 

..............................................................

 

Alegria e risos nesse Carnaval e até quinta-feira!

 



Escrito por Hilda às 23h33
[ ] [ envie esta mensagem ]


SUAS MULHERES E SEUS HOMENS

Esse foi o nome que lhe deram, Maria Maria assim, duplo. Hoje, Maria Maria distraída em seus questionamentos se pergunta, será influência da duplicidade do nome?

 

Com Luiz foi um relacionamento adulto, muito adulto, tanto que a Maria Maria Adolescente e a Aventureira, cansaram. Acabou sem mágoas e até relutante por parte de algumas Maria Maria’s e hoje a lembrança agrada.

 

A Maria Maria Racional logo venceu a Maria Maria Romântica e a Sonhadora no romance com o Ricardo e suas atenções e seus carinhos constantes. Mas quase todas Maria Maria’s o amavam e o recordam com ternura.

 

Com Beto a que mais se envolveu foi a Maria Maria Sensível, formaram um par lindo que comungava os mesmos prazeres pela arte, pelos colóquios a dois, olhos nos olhos, nada era trocado pela companhia mútua, parecia que o mundo existia somente para eles. E aconteceu a rebelião das outras Maria Maria’s, apesar de que hoje, quando querem discutir um filme, ou um livro, ou uma paisagem, ou qualquer tipo de mensagem artística, procuram na memória o que aprenderam com ele.

 

Teve também o Augusto que conquistou algumas Maria Maria’s com sua firmeza de caráter, com sua opinião imutável, com sua demonstração de saber quem era. Maria Maria Questionadora cansou de seu orgulho e convenceu outras Maria Maria’s a deixá-lo. Porém com Augusto, Maria Maria conheceu uma quase alma gêmea e nas lembranças procura somente as horas felizes que viveu com ele.

 

Maria Maria Aventureira, caiu em amores pelo Paulo e o tempo juntos foi de felicidade. Havia encontrado seu par! Saiu pela vida resolvendo frustrações, sentia-se livre, enfrentou desafios, mas cansou outras Maria Maria’s e o adeus sofrido aconteceu.

 

Hoje, pensa Maria Maria, espero um homem que seja o Luiz, o Ricardo, o Beto, o Augusto e o Paulo assim, nenhuma das Maria Maria’s irá reclamar, ou cansar, ou brigar...

 



Escrito por Hilda às 00h30
[ ] [ envie esta mensagem ]


E PRA FALAR...

DE...

 

... Tristeza somente se a saudade incomodar.

... Poesia tem que saber de amor.

... Dor, só aquele que aprendeu com ela.

... Vento tem que saber senti-lo.

... Vôo dos pássaros só com o voar dos sonhos.

... Deus basta olhar a natureza.

... Outro, antes preciso me conhecer.

... Horizonte é preciso alcançá-lo.

... Coragem é preciso tê-la.

... Loucura somente vivendo uma paixão.

... Inocência reviva a criança.

... Amor tem que amar o Amor.

 



Escrito por Hilda às 00h06
[ ] [ envie esta mensagem ]


A ARTE DE SER...

Humana, profissional, amiga, amada, amante, bondosa, artista, solitária, mulher, diferente, simples, derrotada, solidária...

 

A arte de ser é arte ou ciência?

 

Na verdade minha maior procura é pela arte de ser feliz e, para isso, preciso de somente duas dessas artes, as outras serão conseqüência da arte de ser feliz.

 

Detenho-me, inicialmente, na arte de ser simples. Simples no agir das relações, no expressar, nos desejos, nos sonhos e anseios. Será a simplicidade a chave para a felicidade? Sendo mulher consigo aprender essa arte? Talvez a primeira das artes a ser pensada é a arte de ser mulher.

 

Ser mulher não é das artes mais fáceis e só quem é mulher pode saber que isso é verdade. Quer dizer, aqueles que convivem com nós também sabem, se não forem cegos ou insensíveis. Sei que somos uma contradição ambulante com a habilidade de passarmos de um extremo para o outro com uma rapidez que ganha de muitas artimanhas do jogo masculino.

 

O jeito é me aceitar assim e me divertir comigo mesma, quer esteja feliz ou não. Rir do meus fracassos, rir dos que me julgam, rir dos meus desenganos, me chamar de boba e rir...  Mas sem perder de foco a necessidade de me conhecer e saber driblar as alterações próprias da minha natureza feminina, isto é, simplificar ela!

Voltei para a arte de ser simples!

 

Será que descobri a fórmula da felicidade?

Ser simples e ser mulher?

 

E os homens, qual o caminho para eles?

Ser simples com certeza o resto, nós ensinamos pra vocês, certo rapazes?

 



Escrito por Hilda às 00h38
[ ] [ envie esta mensagem ]


AUSÊNCIA DE SER

Esta expressão “Ausência de Ser” surgiu em meu pensamento quando escrevi o texto anterior aqui publicado, mas me referia a uma ausência física, a ausência de ser foco de um olhar.

 

Mas parecia que ela queria me dizer mais, ou me levar a questionar, ou talvez quisesse entendê-la em sua amplitude. Hoje ela me venceu, resolvi enfrentá-la, perguntei-lhe:

 

_ O que é você? O que expressa a ausência de ser?

 

A primeira resposta que encontrei foi essa:

 

O nada é a absoluta ausência de ser”

 

Concorda comigo? O nada é ser nada!

 

Mas essa resposta não foi satisfatória e permaneci com a ausência de saber defini-la. Resolvi pesquisar na Internet, digitei a frase e para minha surpresa depois de muito procurar encontrei um artigo sobre a teoria “Evolução do Mal” de Immanuel Kant, filósofo prussiano. Esse artigo procura mostrar como Kant utiliza o conceito matemático de grandeza negativa para caracterizar o mal como privação e como este será, posteriormente, a base do seu conceito de mal radical. Clique Aqui para ler o artigo.

 

Foi quando cresceu ainda mais minha curiosidade e interesse. A matemática presente na filosofia de Kant! E através do artigo, e do conhecimento do conceito matemático, encontrei algumas respostas que buscava para a expressão “Ausência de Ser”:

 

 A vida é a ausência de ser da morte.

O mal é ausência de ser do bem.

Inveja, ausência de ser confiante em si.

Dor é ausência de ser do prazer

Criatividade é ausência de ser triste.

Sombra é a ausência de ser da luz

Olhar, ausência de ser da falsidade.

Amor é a ausência de ser da tristeza.

....................................................................

 

Amor, a razão de ser da vida!

 



Escrito por Hilda às 23h25
[ ] [ envie esta mensagem ]


CONTANDO CONTO

MEU HOMEM RELÓGIO

 

Desde que o vi pela primeira vez, algo nele chamou minha atenção, mas nem investiguei o que foi. Quase todas as manhas coincidia dele passar pela calçada no instante que abria o portão para tirar o carro da garagem. Ele passava reto, nem um olhar em minha direção. Era quase como um relógio para mim. Se o via estava dentro do meu horário, pois meu relógio guardava-o na bolsa por não querer sua escravidão e menos ainda a ansiedade de o consultar pelo percurso na esperança que ele me mostrasse não estar atrasada.

 

 Não que desejasse seu olhar, nenhuma diferença fazia ao meu dia essa ausência de ser, momentaneamente, seu foco visual. O estranho era parecer que somente eu o enxergava e era para ele, invisível.

 

Um dia percebi que fazia tempo que não o via e por mais que tentei lembrar o que nele me chamava atenção, não encontrei resposta.

 

Finalmente entendi que a vida é uma incógnita mesmo. A gente pensa que vê, mas não enxerga. Pensa que sente, mas somente somos sensíveis ao nosso redor e só ouvimos o que queremos ouvir.  O meu homem relógio me mostrou isso.

 

Um dia, no estacionamento onde coloquei meu carro, ao sair dele olhei distraída pro motorista que saia também do carro ao lado do meu.  Ele e eu nos dirigíamos ao guichê do estacionamento a uma pequena distância um do outro, quando tropecei e ele gentilmente me amparou. Sorri agradecendo e olhei seus olhos que também sorriam. Apresentou-se e convidou-me para um café.

 

Conversamos descontraídos e quando terminamos o café ele me disse:

_ Lembro de você.

_ De onde? Perguntei.

_ Fomos vizinhos, morei na mesma rua que você e em muitas manhas a vi tirando seu carro da garagem. Sabe, queria te cumprimentar, mas parecia que você não me via. Disse ele.

 

Fiquei intrigada não, ele não é meu homem relógio, tenho certeza, me convenci.

 

Meu homem relógio ou não, despertou minha atenção e eu a dele. Combinamos um encontro para o outro dia. E depois mais um e outro e outro. Até que numa noite o vi descer do carro, frente ao meu prédio e reconheci nele o meu homem relógio! Ele vestia uma camisa amarela!

 

Meus mistérios acabaram ali, naquele momento. Era isso que me chamava atenção! A camisa amarela que ele usava todas as manhas e eu só avistava ela com sua cor desagradável.

 

Com os encontros nos apaixonamos e resolvemos nos casar, mas impus uma condição:

 

Nunca mais ele usaria camisa amarela. Não queria correr o risco de não vê-lo outra vez!



Escrito por Hilda às 00h47
[ ] [ envie esta mensagem ]


FLOR

Aí ela se fez flor. Vestiu-se em cores vibrantes em tecido impermeável, bordou-o com gotas d’água que se transformam em brilhantes. Tecido semelhante à melhor seda, translúcido, que permite a luz ultrapassá-lo com seus raios e exibir suas formas.

 

Perfumou-se com extratos divinos, inebriando todos ao seu redor.

 

Foi uma longa trajetória desde que se iniciou semente. Sofreu para vencer a escuridão e encontrar a luz e nascer para o mundo. Lutou contra inimigos e a cada vitória se fortaleceu e prudentemente, armazenou energias para se desenvolver e se trajar majestosamente. Quando o momento certo aconteceu, fez-se botão e nele já se percebia promessas de belezas. Sem pressa, mas com determinação, conheceu sua natureza, aceitou-a como certa e seu curso se cumpriu. Fez-se flor, pronta para doar seu pólen aos pássaros que a beijam ou soltá-los ao vento. Mas se for feminina, como a sinto, recebe com prazer o pólen da vida, daqueles que com ela se identificam.

 

Agora brinda olhares e olfatos e reina com esplendor, mesmo se for solitária. Porque sabe que é única e como única, ela se satisfaz e entrega-se à vida...

 



Escrito por Hilda às 11h21
[ ] [ envie esta mensagem ]


O BEIJO

Ele pode revelar amizade, carinho, afeto, amor e até esconder uma traição, tal qual o “beijo de Judas”.

 

O despretensioso no rosto, o respeitoso na testa, o submisso nas mãos, o caloroso envolto em erotismo e entrega afetiva, são beijos. Beijos que nos conquistam, beijos que desejamos dar e receber.

 

Desde o nascimento o ser humano reconhece o sentimento no beijo ao recebê-los dos pais. E agora, pensando em beijos, percebo que a boca por si só, é capaz de exprimir a mais pura expressão do verdadeiro sentido do amor, como demonstração de um amor exclusivo. A imagem de lábios que se unem nos remete a uma sensação de conforto, devoção e prazer.

 

Beijos, beijos e beijos, atos que mais revelam o poder humano de se comunicar e transformam-se em poesia da vida e são enaltecidos pelos poetas.

 

Vamos beijar...

 

Beijo para você!

 



Escrito por Hilda às 00h54
[ ] [ envie esta mensagem ]


[ ver mensagens anteriores ]
 

Olá, Bom Dia
Boa Tarde
Ou Boa Noite!







Prêmios Recebidos


UOL




TOP 3


Histórico
01/08/2007 a 31/08/2007
01/07/2007 a 31/07/2007
01/06/2007 a 30/06/2007
01/05/2007 a 31/05/2007
01/04/2007 a 30/04/2007
01/03/2007 a 31/03/2007
01/02/2007 a 28/02/2007
01/01/2007 a 31/01/2007
01/12/2006 a 31/12/2006
01/11/2006 a 30/11/2006
01/10/2006 a 31/10/2006
01/09/2006 a 30/09/2006
01/08/2006 a 31/08/2006
01/07/2006 a 31/07/2006
01/06/2006 a 30/06/2006
01/05/2006 a 31/05/2006
01/04/2006 a 30/04/2006





Minhas Artes Menores



Conheça o Caso








Outros sites
 UOL - O melhor Conteúdo
 BOL o email grátis
 A BUSCA
 A FOTOGRAFIA
 Arca Literária ~ Download de Livros
 ART & DESIGN
 DE CARA PRA LUA
 Márcia Lancellotti Crochê
 MULHERES DE PRETO
 POR ENTRE PÉTALAS
 POR UM FIO
 SOLTA NO MUNDO
 UM POEMA DE VEZ EM QUANDO


A POESIA DE VITOR CINTRA

 Links & Sites



Links Campe?es