Casa da Sogra - Aqui vale falar de tudo!


MOSAICO DA VIDA

Cada dia vivido uma pedrinha cimentada. Cada pedrinha uma história. 

As da infância traçam curvas abertas, harmoniosas, nada as interrompem e o sol brilha em todos dias. 

E pelos dias percorridos acontece a curva fechada dos despertares. Nesses dias são apresentados o amor e a dor, os sonhos e as desilusões. Surgem as inquietações que limitam a curva, fechando-a, criando barreiras, apesar das flores. 

Seguem-se dias vazios onde a vida parece que pára.  

Em outros se impõem a orientação, não é permitido transgredir.  

Como vida é para ser vivida, acontecem os dias borboletas, livres e leves, sem donos e sem ordens.  

No dinamismo da vida, tudo muda, nada permanece. 

Interferências camufladas, permitidas inicialmente, interceptam a curva limitando-a até que se encontre a direção a seguir para o encontro da felicidade florida.  

Tem que existir dias sofridos para os felizes serem identificados. 

Tem que haver dias de paixão. 

Tem-se que viver com flores ou procurando por elas...

 



Escrito por Hilda às 23h58
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FRAGMENTOS

Ayàn, láska, liebe, lief, Kärlek, rakkaus, ask, volim, dragoste, aimo, dua, amore, love... amor.

 

Palavras que definem um sentimento universal, pouco importa em que língua seja dito ou escrito e também se o dito ou escrito é entendido.

 

...............................................

 

Ele é albanês, ela eslovena. Encontraram-se num aeroporto internacional. Olhares se cruzaram. Sentiram o sangue aquecendo seus corpos. Sorrisos trocados. Destinos diferentes, a princípio. Ele mostrou-lhe sua passagem e destino, ela fez o mesmo. Ela trocou seu destino para o dele.

 

Viveram dias de amor profundo, sem palavras comuns.

 

Ele e ela despediram-se ainda sem palavras comuns, com sorrisos, brilho no olhar e a ciência da experiência inesquecível. Corresponderam-se em comunicação imitando sons de prazeres, emoções e sentimentos. Criaram uma linguagem amorosa universal.

 

Ela aprendeu albanês, ele estudou esloveno.

 

Reencontraram-se e se desentenderam...

 

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As diferenças não fragmentam o amor podendo até fortalecê-lo.

 



Escrito por Hilda às 01h37
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O SÓTÃO

M E U   S Ó T Ã O

 

Já faz tempo que me determinei a enfrentar meu sótão onde guardo tudo que não está mais sendo usado. Quer dizer, o que chamo de sótão é um pequeno cômodo com pouca luz, pois sua única abertura é a porta de entrada. Desde quando vi um filme em que havia uma casa com sótão e onde a família guardava coisas e coisas até de gerações anteriores a sua, que quis ter um sótão.  Resolvi improvisar, por que sótão tem que estar lá em cima, abaixo do telhado, iluminado por clarabóia? Isso é imagem da infância que ficou na minha mente... um espaço reservado, só meu, é o suficiente... E assim criei meu sótão e por anos fui guardando coisas nele.

 

Não sei quando e nem porque o sótão passou a me preocupar, estava lotado, e tanto que nem sabia mais o que havia por lá. Quando queria depositar mais algum treco, empurrava pela porta adentro. Não permitia a entrada de ninguém no meu sótão. Nem mãe, nem marido, nem filhos, nem amigos... bem, uma vez abri a porta para alguém que interessou-se por alguns poucos guardados, leu um dos livros, ouviu um disco ainda de vinil, pesquisou umas roupas e partiu, não o encontrei mais.

 

Agora estou determinada a enfrentar e analisar todas as coisas armazenadas no meu sótão e já perdi a conta dos dias que estou dentro dele. Não, não desapareci dos olhos de ninguém, cumpro meus compromissos com minha presença física, porque a mental continua no sótão. Tem coisas que a um simples olhar concluo que suas permanências são desnecessárias, estão atrapalhando a ordem do meu sótão e percebo que não sei porque as guardei. Outras em que me detenho por horas, até decidir se continuam guardadas ou serão descartadas, na verdade, quando surge essa dúvida quase sempre o destino da coisa é o saco de lixo.  E me pergunto:

“Se sei que irá para a lixeira, por que perco tempo com ela? “ E me respondo:

“E se me arrepender depois? Se me fizer falta algum dia?”

Levo horas para decidir...

 

Já perdi a conta dos dias em que estou enfrentando meus guardados. Com a ordem sendo aos poucos instalada, sinto-me tranqüila. Já até esqueço o sótão quando não estou nele e aos poucos a entrada no sótão está se tornado prazerosa. Com o sofá que encontrei, o tapete vermelho e também a luminária, criei um cantinho aconchegante, pois agora convidarei algumas pessoas especiais para conhecê-lo... Poucas.

 



Escrito por Hilda às 00h15
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OLHAI OS LÍRIOS DE NOSSOS CAMPOS...

Para amigos e amados, exponho meu coração, abro um rasgo nele como se fosse feito de papel e escolho para brotar de dentro tudo de bom que a vida me mostrou. São os lírios do meu campo, olhai-os e recebam minha humilde oferta...

 

Pela mesma abertura são atraídos os lírios que me doam, os presentes de vida que me oferecem com suas amizades e seus amores. Os lírios cultivados em seus campos. Olho-os e admiro com ternura... 

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Recebi um “Meme” do primeiro amigo que ganhei da blogosfera, o poeta J. Vitor. Conheci sobre o “Meme” nos blogs portugueses e abaixo desse post, reproduzo como o definem.

 

Fiquei grata ao meu amigo J. Vitor por essa oportunidade de oferecer aos amigos, pois para que a divulgação continue, quem o recebe pode nomear seis blogs, que se quiserem, darão continuidade ao “Meme”. A dificuldade é só poder nomear seis... 

 

Meus nomeados que poderão ou não dar continuidade ao “Meme” e aos quais dedico com prazer meu Meme, que é o post de hoje:

 

Amanda, do blog “Águas da Vida

Daniele, do “Mulheres de Preto

Luci do “Hippos

Maria do “Pulo de Gata

Odele do “Oficina de Palavras

Ruberto do Laurus In Blue

 

Aproveito a oportunidade para também acarinhar com esse Meme àquele que me ofertou o seu, J. Vitor doUm Poema de Vez em Quando”. Também aos amigos blogueiros que já foram agraciados com um Meme, Isabel Filipe doArt & Design” e Luis Sousa doReflexos da Almae ainda, amigas queridas e não blogueiras Valéria e Cristina... Gostaria de continuar nomeando todos amigos que me honram com suas presenças e comentários, mas o espaço é reduzido então lhes peço, sintam-se também lembrados e queridos.

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Um meme, é um termo registrado em 1976 por Richard Dawkins no seu livro controverso O Gene Egoísta. Constitui para a memória a sua unidade mínima e equivale ao gene na genética. É uma unidade de informação que se multiplica de cérebro em cérebro, ou entre locais onde a informação é armazenada ( livros, outros locais de armazenagem ou cérebros) el que pode propagar-se como um “vírus”. Pode corresponder a idéias, partes de idéias, línguas, sons, desenhos, capacidades, valores estéticos e morais, ou qualquer outra coisa que possa ser aprendida facilmente e transmitida como unidade autônoma. Memética é o estudo dos modelos evolutivos da transferência de informação.

 



Escrito por Hilda às 01h15
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PRELÚDIO

M e u   P r e l ú d i o

 

Diz o dicionário: Prelúdio: Substantivo masculino. 1. Ato ou exercício prévio; primeiros passos.  2. Aquilo que precede ou anuncia alguma coisa. 3. Ver prefácio. 4. Ensaio da voz ou instrumento antes de cantar ou tocar.

 

Novamente o ímpeto de discutir com um autor surgiu em mim. Digo novamente porque muitas vezes quis discutir com autores de livros didáticos de matemática na época dos meus cursos. Um dia consegui... e saí vitoriosa, encontrei um erro num livro de matemática e o provei para o autor, foi a glória da minha carreira! Com jornais esta vontade é diária.

 

Não aceito essa definição da palavra ‘Prelúdio”. Assim fria, igualada a qualquer uma e ainda mais, um substantivo masculino! Absurdo! Dane-se a morfologia e a gramática também, elas não são donas da verdade! A verdade para mim, está em como sinto a palavra “Prelúdio”.

 

Essa palavra é a mais sonora, a mais linda, a que mais me leva sonhar, a que mais me enternece na língua portuguesa. “Prelúdio” me sugere acordes musicais, dança, romances ardentes, e amores e paixões. Sinto-a leve, romântica, sugestiva, doce, inspiradora poética, em resumo, feminina, me desculpem os masculinos.

 

“Prelúdio” até pode ter o significado ‘Aquilo que precede ou anuncia alguma coisa’, mas somente aceito se a tal alguma coisa for uma ‘alguma coisa que precede ou incita a felicidade’.  Concordo com as definições de ‘Ato ou exercício prévio; primeiros passos”, somente com os acréscimo de “exercícios prévios para ser feliz” e  “primeiros passos para emoções intensas e felizes”, respectivamente. É isso mesmo, para mim, “Prelúdio” indica a porta de entrada para sensações e acontecimentos emocionantes. Ou será que alguém se expressa, em meio à tristeza, assim; “ É o prelúdio do infortúnio”?

 

Sinto-me em prelúdio!

 

Desejo a você, que hoje, seja o prelúdio dos próximos dias, na minha concepção de prelúdio, ok?

 



Escrito por Hilda às 01h21
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P & P

Prefácio: Parafraseando pelo P

 

Paulatinamente, por palavras, publico pensamentos próprios.

Por procura penosa procrio presunçosos parágrafos, pobres poemas...

 

Permito-me pedir paciência para projetar por palavreado, permutado pelo padrão, pensamentos pueris, provavelmente. Podendo pouco perturbar, prometo!

........................................................

 

Passeio pelo parque, pensamentos perdidos, passos pautados por prática peregrina, procurando pelo prêmio perdido... porém, permanece premente pelo percurso. Prêmio precioso, paixão predestinada. Pessoas param, perscrutam-me pela postura... partem perdendo-se pelos passos preconcebidos pelo provinciano. Prometo-me parabéns por permanecer pela procura, porém para palmear-me preciso pedir perdão pelos pecados, pois pratiquei-os pela paixão, pelo prazer permanente pretendido... Pecados plurais.   

 

Preciso permanecer perspicaz, procurar, perdoar, pedir, plantar...

Praticar perder pelo percurso, particularidades prejudiciais para pessoas próximas...

Pressentir problemas para policiá-los, prendê-los por prisões perenes.

Proclamar pelo público, prazer pela procura... partilhar, portanto.

 

Pelos períodos pesquisados, pelas prioridades perdidas por posturas precisas, prometo-me pelo prêmio...

 

Prendas, paraíso, paz...

 



Escrito por Hilda às 23h41
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UNIVERSO, TERRA, VIDA e EU...

Vida no Universo, vida no planeta Terra...

 

Na Terra vemos a vida.

Sentimos vida, respiramos e vivemos.

 

Terra que nos oferta sua natureza.

Estrelas cintilantes, o rei Sol, montanhas, morros, mares, lagos e rios, matas, desertos, pedras, flores, frutos, animais e vegetais, combustão que gera fogo, oxigênio para a vida, chuvas, neves, secas e acontecem terremotos, raios, maremotos e ventos, tufões, furacões.

Essa é a vida na Terra.

 

Eu sou vida e sendo vida, sou como a Terra.

Contornos de morros e curvas no meu corpo, cintilar de estrelas nos meus olhos e o Sol Divino no coração.

Rios de sangue pelas veias, chuvas de lágrimas e também a placidez do lago em dias serenos.

Produzo flores de alegrias e frutos com ações ditadas pelo amor e pedras, formadas pelos erros.

Combustão no fogo da paixão e oxigênio no amor.

Acontecem as tempestades: maremotos, raios, tufões e furacões causados pelas injustiças, as contrariedades, o descontrole e as perdas.

Em mim também existe a aridez do deserto, meu deserto interior que invade meu mundo fértil após as tempestades, expulsando o amor e trazendo tristeza, desânimo e me transportando às cavernas obscuras do meu ser, até reencontrar o oásis renovador.

 

Sou vida, sou Terra, sou Universo.

 



Escrito por Hilda às 01h01
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MÃOS DE MÃE

MÃOS DE MÃE

 

Linguagem e expressão física do amor materno.

 

Mãos que afagam,

Que aconchegam cobertas.

Que acarinham nos medos

E nas dores.

Mãos que se unem em preces.

Que cuidam e orientam.

Mãos eternamente estendidas

E calejadas as outrora macias.

Mãos guiando os primeiros passos

E os seguintes.

Mãos aflitas

E de confortar.

Mãos de amar.

 

Mãos de Mãe...

Única tutela de todos os homens desde que nascem.

...........................................................................

 

A todas as mulheres mães que por aqui passarem e também as que um dia serão mães, e ainda aquelas que não o serão, assim como as que desejam e não são e também as que não querem ser; a todas mulheres de Santos, minha cidade, a todas de São Paulo, meu estado, a todas do Brasil e também a todas estrangeiras nas condições acima, desejo um feliz Dia das Mães e que as emoções sejam a partir de hoje, quer sejam mães ou filhas e também, aos homens filhos.

 

Resumindo:

FELIZ DIA DAS MÃES A TODOS!

 



Escrito por Hilda às 23h57
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EU POSSO

 

Ser melhor

Fazer acontecer

Viver alegrias

Fugir da dor

Voar em sonhos

Criar o que era fantasia

Priorizar ações

Buscar o que quero

Ter o meu mundo     

Encontrar o tempo que preciso

Gostar do roxo e não do azul

Mudar a rotina

Esquecer

Perdoar

Ser bela sem ser

Errar e tentar compensar

Chorar

........................................

Porque...

Sou humana, sou mulher e vivo!

 



Escrito por Hilda às 23h31
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TRANSPARÊNCIA DE SER

Sou...

Matéria, espírito, mente, sentimentos, emoções e fraquezas.

 

Busco meu ser...

Na matéria, no espírito, na mente, nos sentimentos e nas emoções.

 

Véus encobrem...

Matéria, espírito, sentimentos, emoções e fraquezas.

 

Olhos cegos...

Para a matéria oculta, para o espírito que se esconde, para a mente perturbada, para sentimentos confusos, emoções e fraquezas disfarçadas.

 

Quero ter...

A transparência do vidro para conhecer meu avesso...

Da matéria, do espírito, da mente, dos sentimentos, das emoções e das fraquezas.

 

E na minha transparência, conhecerei o Ser.



Escrito por Hilda às 00h47
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VIDA DE CÃO

Muitos já ouvi dizerem:

 

“Que vida de cão!”

 

Referindo-se a uma vida sacrificada, sem alegrias, rotineira e com todo tipo de sacrifícios. Acho que até já usei também essa expressão quando os compromissos ocuparam todo meu tempo, ocasionando frustrações por não poder realizar meus desejos prazerosos.

 

Resolvi analisar como é a vida de um cão e tomei, por exemplo, a vida do meu dobermann marrom, lindo e que sempre que era contrariado, destruía alguma coisa, especialmente se o dono da coisa foi quem impediu alguma vontade sua. Uma graça!

 

Depois que se tornou adulto dormia em sua caixa desde que o sol nascia até o entardecer, quando acordava e se punha a latir ininterruptamente, até alguém sair para a volta de meia hora pelas ruas ou nos jardins da praia e esse infeliz alguém, que nunca fui eu pois não tinha força para dominá-lo, necessitava levar vários sacos plásticos para recolher as “obras” que ele fazia pelo caminho. Na volta um enorme prato de carne moída misturada com arroz integral e legumes o esperava. Ele tinha também suas preferências gastronômicas, por exemplo, beterraba picada miúda e misturada ao arroz, ele não gostava e conseguia não deixar nem um grão de arroz ou algum sinal de carne no prato, mas os pedacinhos de beterraba ficavam todos. Também era carente de afeto, como nós, não é? Precisava da companhia dos humanos seus donos, caso contrário ficava deprimido, não comia, o que aconteceu também quando outro cachorro chegou à casa. Ele fez greve de fome até o intruso partir. Muito inteligente!

 

A noite ficava acordado andando pelo quintal enquanto tivesse movimento na casa, depois deitava-se próximo ao portão, mas se estivesse frio ia para o aconchego de sua caixa. Durante a noite o ouvia em rondas esporádicas pelo quintal, ou se alguns transeuntes passassem conversando ele vinha tal qual um galopar de cavalo e latindo furioso. Sempre tive a sensação de que era por o terem acordado. Se paravam frente à casa aí ele até rosnava, de tão perturbado que ficava. Assim eram seus dias...

 

Comparados com os meus... obrigações, trabalhar para ter casa, comida e passeios, preocupações diversas, agüentar chefe e empregadas domésticas, fazer supermercado, depilar pernas, axilas e virilhas, usar sapatos de salto alto, marido, filhos e diversos familiares que querem ser mimados e esquecem de mimar, conseguir que o salário acabe somente no último dia do mês, manicura semanal, enfrentar trânsito estando atrasada. E as cobranças da consciência? E o trabalho pra manter a chama do amor e a silhueta esbelta...

 

Vida de cão é maravilhosa!

Quem será que inventou todas essas chatices pra nossa vida? O jeito é desconstruir as estruturas chatas e impostas, descobrir novas e jogar fora as bagagens inúteis!



Escrito por Hilda às 00h23
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